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Otorrinolaringologia Clínica Thomazi - Jundiaí

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RINITE

A rinite é uma inflamação da mucosa que reveste a cavidade nasal. É caracterizada por sintomas como congestão nasal, coriza, espirros, coceira, alterações do olfato, ardor nos olhos, dor de cabeça e eventualmente tosse. O tipo mais comum é a rinite alérgica, que geralmente é desencadeada por alérgenos como a poeira doméstica, pelo de animal ou o pólen, embora muitas vezes pode decorrer de reação a produtos químicos, cigarro, fumaça de queimadas e medicamentos. A Inflamação faz com que seja produzido grande quantidade de muco, que se acumula congestionando o nariz.

Apesar de ser semelhante a uma gripe ou resfriado as causas são diferentes. O resfriado e a gripe são causados por vírus, já a rinite é uma inflamação interna do nariz ocasionada em minutos após o contato com a substância alergênica. Os sintomas da rinite podem se prolongar, gerando algumas complicações como amigdalite, faringite, sinusite, otite, alteração do olfato, rouquidão, roncos, entre outros.

A prevenção, mantendo-se afastado do alérgeno, muitas vezes já é o suficiente para eliminar o problema, como evitar tapetes, carpetes, cortinas, ursos de pelúcia, procurar usar panos úmidos ao invés de vassouras para a limpeza do ambiente e evitar produtos de limpeza com o cheiro forte.

Quando não é possível o afastamento total do alérgeno, faz-se necessário o uso de medicamentos para diminuir a inflamação, e em alguns casos o uso de vacinas.

SINUSITE

A sinusite é a inflamação dos seios paranasais que produz sintomas como muco nasal espesso amarelado, nariz congestionado, dor na face que são mais comuns, porém podem também estar associados, alteração no olfato, mau hálito, tosse, febre entre outros menos comuns.

A sinusite pode ser considerada aguda com sintomas inferior a 4 semanas e crônica quando os sintomas passam de 4 semanas.

Geralmente o diagnóstico é clínico, não sendo mais necessário raios-X, mas em alguns casos de suspeita de sinusite crônica, pode-se utilizar de exames como a nasofibrolaringoscopia e a tomografia computadorizada.

O tratamento pode ser realizado através de analgésicos, lavagem nasal com solução de soro fisiológico, corticoesteróides nasais e antibióticos quando essas se agravam por mais tempo e para prevenir complicações. Em alguns casos de sinusite crônica, pode ser necessária a intervenção cirúrgica.

DISFONIA

Disfonia é a dificuldade e alteração da fala que pode ser funcional ou orgânica das pregas vocais.

Devido a importância para a comunicação, as alterações de fala pode causar danos para as pessoas que dependem dela para o dia a dia. Profissionais que trabalham com a voz precisam ter cuidados essenciais para a sua preservação e prevenção da rouquidão.

Os principais sintomas são o esforço ao falar, dificuldade para manter a voz, dor e falta de ar ao falar, rouquidão enter outros.

A disfonia funcional é provocada pelo mal uso da voz, não há alteração nas pregas vocais. Já a disfonia orgânica há uma alteração estrutural da prega vocal que pode ser unilateral ou bilateral, que são os nódulos, pólipos, paralisia de pregas vocais, laringites, sinusites, alergias, câncer de laringe, etc…

O diagnóstico é feito através de um exame de imagem da laringe (nasofibrolaringoscopia). O tratamento consiste em redução dos fatores que ocasionam a disfonia, o repouso vocal e o tratamento com fonoterapia. Em casos mais graves ou que não houve uma melhora satisfatória da voz com a terapia vocal pode ser necessário o tratamento cirúrgico.

LABIRINTITE

A labirintite é uma desordem do equilíbrio corporal provocada pelo sistema vestibular, localizado na orelha interna.

As doenças vestibulares podem ser divididas em periféricas que ocorrem na orelha interna e centrais localizadas nos núcleos vestibulares do sistema nervoso central.

Os principais sintomas são: vertigem, náuseas, zumbido, sensação de desmaio.

Se tratada corretamente, tem cura na maioria dos casos.

O diagnóstico pode ser confirmado através do exame otoneurológico e o tratamento é feito com medicamentos anti-histamínicos e antieméticos. Também deve ser tratado as causas que levam a este distúrbio.

Em alguns casos há a necessidade de se fazer a reabilitação vestibular que ajuda a melhorar esses sintomas.

REABILITAÇÃO VESTIBULAR

A reabilitação vestibular apesar de antiga, é pouco difundida, porém dependendo do caso e das condições do paciente, pode trazer melhora rápida e significativa da qualidade de vida do paciente vertiginoso.

É uma estratégia mecânica e não invasiva para tratamento de tonturas, vertigens, cinetose (conhecido como mal do movimento) e desequilíbrio corporal.

Este tratamento usa diferentes técnicas de acordo com as patologias encontradas nos exames realizados e pode englobar movimentos, massagens e exercícios para adequação de reflexos e aprimoramento do desequilíbrio corporal.

É um tratamento muito objetivo e totalmente personalizado de acordo com as queixas e os exames de cada paciente.

A melhora costuma aparecer rápido, logo nas primeiras sessões. A grande maioria dos pacientes percebe melhora significativa e alguns até recebem alta, entre 4 e 6 sessões. Outros, precisam esticar seu tratamento, chegando a realizar de 10 a 12 sessões e outros ainda, mantemos em tratamento por períodos mais longos, espaçando as sessões para manutenção das habilidades e sintomas encontrados.

Durante o tratamento, o paciente recebe orientações sobre alimentação adequada, a fim de evitar estímulos no sistema alterado e recebe também orientações diversas sobre prática de exercícios físicos e risco de quedas. Novamente tudo personalizado e pensado para cada paciente e suas alterações.

Este tratamento é indicado pelo médico otorrinolaringologista e pode ou não ser combinado a medicamentos antivertiginosos.

Se você, sente tonturas ou desequilíbrio, nos visite para uma consulta ou avaliação.

Autor: Letícia Belleze Silva

APNEIA DO SONO

A apneia do sono é um distúrbio em que a pessoa para de respirar por alguns segundos, várias vezes durante o sono. A via aérea é bloqueada pelo relaxamento da faringe e da base da língua, fazendo com que o paciente ronque alto e tenha vários despertares breves para melhorar a oxigenação cerebral. Com esses despertares o sono é interrompido várias vezes à noite fazendo com que a pessoa sinta-se cansada e sonolenta durante o dia.

A apneia pode ser obstrutiva, que é a mais comum, quando os músculos relaxam durante o sono e as via respiratória é obstruída. A causa mais comum é o excesso de peso, aumento da circunferência do pescoço, aumento da adenoide e amígdalas e deformidades craniofaciais.

A apneia pode ser central, quando o cérebro não consegue transmitir sinais para os músculos respiratórios. A causa mais comum é a insuficiência cardíaca e uso de medicamentos para dor.

A apneia pode ser classificada em leve, moderada e acentuada e o diagnóstico pode ser confirmado através do exame de polissonografia.

Os principais sintomas são:
• Ronco
• Sonolência diurna
• Dificuldade de concentração
• Irritabilidade
• Dor de cabeça matinal
• Cansaço

O tratamento consiste em manter as vias respiratórias livres e tratar as causas que levam a apneia.

Exercícios orofaríngeos ajudam a melhorar a musculatura da via aérea.

Tratamentos com aparelhos intraorais melhoram o fluxo de ar em apneias leves.

O CPAP é indicado em apneias moderas e severas.

Em alguns casos pode ser necessário o tratamento cirúrgico.

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